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Nutricional
Minerais

Sanitário
vacinas
Vermes e Vermífugos
Os riscos do homem
Manejo Geral
Os lotes
A identificação
A Tropa
Sinuelos
Pastos e Sub-Divisões
Vacas amojadas
Recém nascidos
Mamando
Desmame
Estresse da desmama
Desmame precoce
Recria
castração
Manejo reprodutivo

Reprodução
Fertilidade
Fecundação
Sanidade na reprodução
Cuidados com os machos
Cuidados com as fêmeas
Principais
enfermidades

Brucelose
Leptospirose
IBR-IPV
BVD
Trichomonose
Campilobacteriose
Estação Reprodutiva
Estação reprodutiva de novilhas
Estação reprodutiva
de vacas

Primíparas
Descanso pós parto
Descarte
Idade
A infertilidade e o aborto
Habilidade materna
Reposição de matrizes
Eficiência reprodutiva
Diagnóstico de
gestação

Comentários

Introdução Assistência
veterinária

Cursos de I.A.
Inseminador

Embalagens de sêmen
Pellets
Ampola
Minitubo
Palheta média Palheta fina

0
0

Manejo com o botijão
Distribuição de temperaturas no botijão

Ovários
Trompas uterinas
Útero
Cornos uterinos
Corpo uterino
Colo ou cérvix uterina Vagina
Vulva

Puberdade
Ciclo estral

Pré cio
Reconhecimento do cio
Cio
Momento ideal de inseminacaor
Pós cio
Anestro fisiológico
Anestro
Puerpério fisiológico
Hemorragia de metaestro
Cio de encabelamento
Cio silencioso
Gestação
Intervalo parto-concepção
Intervalo entre partos

Com palheta média, palheta fina ou minitubo
Com ampola



10.1. MANEJO COM O BOTIJÃO

O botijão é um recipiente térmico com isolamento a vácuo, destinado a conservação do sêmen, sendo que para tanto ele deve receber Nitrogênio líquido, que conserva as doses de sêmen congeladas a uma temperatura de -196ºC (cento e noventa e seis graus centígrados negativos) por tempo indeterminado, desde que se mantenha um determinado nível mínimo, abastecendo-o periodicamente.

O botijão deve ser manipulado com o máximo cuidado para evitar danos que possam resultar em prejuízos. Para diminuir os riscos com o botijão, é aconselhável a construção de uma caixa de madeira para seu acondicionamento.

O botijão não pode sofrer choques (batidas), nem movimentos muito bruscos, além de tombar derramando todo o seu conteúdo.

O nitrogênio líquido evapora constantemente, devendo o inseminacaodor estar atento para evitar perda de sêmen por falta de nitrogênio.

Nunca deve ficar com nível inferior a 15 cm.  

Para tanto, o inseminacaodor deverá medir regularmente o seu nível com medidor apropriado.

Consumo elevado de nitrogênio pode indicar problemas com o botijão, assim como a formação de gelo ou umidade condensada sobre qualquer superfície externa, também pode indicar defeito ou estar danificado (caso haja formação de gelo no gargalo, prendendo a tampa, não tente removê-la com objetos pontudos, nem exagerar da força).

Resumindo os cuidados:

- Manter o botijão em ambiente ventilado, seco, ao abrigo de raios solares, fechando-o apenas com sua própria tampa;

- Não bater ou tombar, pois pode provocar a perda do vácuo, mesmo sem apresentar danos externos;

- O seu conteúdo é líquido e o manuseio incorreto pode causar sérios ferimentos (evite contato com as partes do corpo);

- Retirar as racks (que acondicionam as palhetas de sêmen) vazias, para diminuir o consumo de nitrogênio e facilitar seu manejo;

- Nunca vedar a tampa para impedir a evaporação do líquido;

- Use apenas adesivo para fixar qualquer tipo de identificação;

- Para resfriar o botijão coloque, cuidadosamente 0,5 a 1,0 litro de nitrogênio com auxílio de um funil, aguarde meia hora e em seguida complete o nível de forma lenta. Aguardar 24 horas para ver a taxa de resfriamento;

- Não transportar o botijão solto em carrocerias de veículos (deve ser transportado em caixas de madeira, preso na posição vertical, mesmo quando estiver vazio); ao transportar em veículos fechados, observar que haja ventilação;

- Não derrame o líquido em recinto fechado, pois pode provocar asfixia pela redução da quantidade de oxigênio;

- Evite o contato direto com o nitrogênio líquido ou peças metálicas que estejam em contato com o líquido;

- Movimentá-lo sempre com 2 pessoas;

- Medir regularmente o nível de nitrogênio;

- Nunca deixar níveis inferiores a 15 cm.

 

botijao.jpg (20313 bytes)

   A- Tampa protetora
   B-
Apoio da tampa
   C-
Estrutura de alumínio
   D-
Pescoço em isolante
   E-
trava da tampa
   F-
Canecas identificadas
   G-
Sistema quimico para retençào do vácuo
   H-
Apoio das canecas
   J-
Super Isolamento a vácuo
  

10.2. DISTRIBUIÇÃO DE TEMPERATURAS NO BOTIJÃO

É extremamente importante que o Inseminador conheça as distribuições de temperatura nos diversos níveis do botijão, para que possa assegurar um nível máximo de fertilidade ao sêmen.

É bom lembrar que muito próximo à boca do botijão o sêmen poderá se expor a temperaturas que poderão causar danos irreversíveis, para tanto é necessário a utilização da pinça.

O canister que contém o sêmen deverá ser levantado até no máximo 5 cm abaixo da boca do botijão. Para a total retirada do sêmen de seu interior, não se deverá gastar mais que 5 segundos.

Caso não consiga identificar o sêmen e retirá-lo em cinco segundos, deve-se abaixar a caneca e, segundos depois, recomeçar.

O Inseminador deve estar preparado para realizar esta tarefa de forma rápida e segura.

O uso de "ampolas monitoras" (uma em cada rack, juntamente com o sêmen armazenado no botijão), pode nos orientar quanto ao manuseio correto ou não do sêmen no botijão.

TABELA DE VERIFICAÇÃO DE NÍVEL E PESO DE NITROGÊNIO LÍQUIDO

 Como é de conhecimento de todos, de tempos em tempos os botijões devem ser reabastecidos de nitrogênio. Este tempo de reabastecimento varia de acordo com o grau de uso do botijão (quantidades diárias de inseminacaoções), bem como com o tamanho do botijão.

Para que o criador tenha uma base da quantidade de litros necessários para o reabastecimento, basta olhar a tabela abaixo e, após medir o nível de nitrogênio restante no  botijão, calcular a quantidade em litros que ira necessitar para o completo reabastecimento.

                        VOLUME EXISTENTE (LITROS)

NÍVEL (CM)

SC 20/20

XC 33/22

XC 43/28

XC 47-11

 

SC 20/15

XC 34/18

 

 

 

 

SC 33/32

 

 

 

 

SC 33/26

 

 

38,1

_

_

_

47,2

36,8

_

_

_

_

35,6

_

34,9

42,2

45,4

34,3

_

34,6

42,0

43,9

33,0

20,7

34,0

41,3

42,2

30,5

19,0

31,5

38,6

38,6

27,9

17,3

28,6

35,1

35,1

25,9

15,6

25,8

31,6

31,6

22,9

13,9

23,0

28,1

28,1

20,5

12,2

20,2

24,6

24,6

17,8

10,5

17,4

21,1

21,1

15,2

8,8

14,6

17,6

17,6

12,7

7,1

11,8

14,1

14,1

10,2

5,4

9,0

10,6

10,6

7,6

3,7

6,2

7,1

7,1

5,1

2,0

3,4

3,6

3,6

2,54

0,6

0,9

0,9

0,9

 Também podemos fazer a conversão de litros para quilos ou vice-versa. Para isto basta saber que 1 litro equivale a 0,808 Kg de Nitrogênio. Ou 1 Kg é igual a 1,238 litros de Nitrogênio.

EXEMPLO: Se o seu botijão é um SC 20/20 e está com 10,2 cm de Nitrogênio, significa que possui 5,4 litros restantes. Se a capacidade é de 20 litros, faltam aproximadamente 15 litros para completá-lo, ou 12,12 Kg de Nitrogênio ( 15 X 0,808). 

Fonte:Tabela de nível do Nitrogênio fornecida pela M.V.E.

         Tabela de conversão fornecida pela Air Liquid.

DISTRIBUIÇÃO DE TEMPERATURAS NO BOTIJÃO

TÉCNICAS PARA MANUSEIO DO BOTIJÃO E DE SÊMEN

CUIDADOS E MANIPULAÇÃO DO SÊMEN CONGELADO

TRANSFERÊNCIA DE RACKS

TRANSFERÊNCIA DE CANECOS COM PALHETAS