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6.2.1. VACINAS A sanidade dos bovinos (através da vacinação como forma de prevenção) tem importância sumária na condução dos sistemas de produção, impedindo a disseminação de enfermidades, aumentando os lucros. O colostro (primeiro leite) nas primeiras horas de vida é indispensável ao bezerro, pois lhe confere imunidade a muitas doenças, pois contém anticorpos, vitaminas, minerais e outros. Alguns cuidados que devemos ter para que a eficiência de imunização das vacinas não seja prejudicada: - Ao adquirir as vacinas, conferir data de fabricação e prazo de validade. - Transportar e manter as vacinas de acordo com a exigência do fabricante. - Não congelar. - Manter na geladeira entre 2ºC e 8ºC. - Seringas e agulhas devem ser fervidas e substituídas a cada dez animais, pelo menos. - Vias de aplicação e doses devem ser obedecidas. - Não vacinar animais fracos ou debilitados. - O frasco deve ser agitado toda vez que a seringa for abastecida. - Cuidado especial deve ser dispensado à vacina contra a brucelose, que deve ser aplicada pelo Veterinário. - Obedecer prazo de carência para consumo de leite e carne. - Manter controle escrito (detalhado) das vacinações. - Incinerar os frascos vazios. - Proteger vacinas dos raios solares e calor excessivo. A via de aplicação mais utilizada para vacinas é a via subcutânea (em baixo do couro), sendo o local ideal de aplicação a região compreendida como atrás da paleta. Normalmente, esta é a área mais fácil de ser atingida, de todo o corpo do animal, com pele fina e frouxa, apresentando maior segurança ao aplicador. Pode ser usada a parte anterior da paleta (tábua do pescoço), também. A agulha deve ser inserida até o fim, direcionando-a obliquamente de cima para baixo; recomenda-se dobrar a pele para impedir o refluxo do produto utilizado. Doses acima de 5ml, recomenda-se dividir em mais de um local de aplicação.
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